Dizia a lenda que o kernel Linux e os softwares livres de forma geral são desenvolvidos por programadores voluntários nas horas vagas. Um estudo apresentado na Linux.conf.au pelo editor da Linux Weekly Newsletter Jonathan Corbet, no entanto, mostrou que a realidade do kernel Linux é bem diferente. Segundo Jonathan, actualmente 75% do código incluído no Linux são fruto de programadores pagos para isso.
Para o estudo, Corbet utilizou dados das versões 2.6.28 a 2.6.32 do kernel: 2,8 milhões de linhas de código que compuseram 55 mil mudanças importantes no software. Ele concluiu que 18% do código são enviados por voluntários tradicionais sem envolvimento com qualquer empresa, enquanto que 7% não foram classificados.
Entre as empresas que mais contribuem, Red Hat, Intel, IBM, Novell e Oracle se destacaram, nesta ordem.






