Começamos a falar de software livre em Portugal – PEC

O Software Livre é chamado, muitas vezes, de “Open Source.” Isto é o resultado de uma tentativa de criar uma campanha de marketing para o Software Livre pela Open Source Initiative (OSI).
A OSI propôs-se manter a integridade do movimento e prevenir abusos por parte dos fornecedores de software proprietário ao introduzir “Open [...]

O Software Livre é chamado, muitas vezes, de “Open Source.” Isto é o resultado de uma tentativa de criar uma campanha de marketing para o Software Livre pela Open Source Initiative (OSI).

A OSI propôs-se manter a integridade do movimento e prevenir abusos por parte dos fornecedores de software proprietário ao introduzir “Open Source” como uma marca para o Software Livre; mas esta iniciativa falhou.

Três anos depois, ao examinar o desenvolvimento da Iniciativa Open Source, as razões para preferir o termo Software Livre são ainda mais evidentes. Falar de Software Livre, ou dos seus equivalentes nas várias línguas, tem várias vantagens, que descrevemos abaixo.

“Software livre” é mais fácil de perceber

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Linux, indivíduos que trabalham por salários

Dizia a lenda que o kernel Linux e os softwares livres de forma geral são desenvolvidos por programadores voluntários nas horas vagas. Um estudo apresentado na Linux.conf.au pelo editor da Linux Weekly Newsletter Jonathan Corbet, no entanto, mostrou que a realidade do kernel Linux é bem diferente. Segundo Jonathan, actualmente [...]

Dizia a lenda que o kernel Linux e os softwares livres de forma geral são desenvolvidos por programadores voluntários nas horas vagas. Um estudo apresentado na Linux.conf.au pelo editor da Linux Weekly Newsletter Jonathan Corbet, no entanto, mostrou que a realidade do kernel Linux é bem diferente. Segundo Jonathan, actualmente 75% do código incluído no Linux são fruto de programadores pagos para isso.

Para o estudo, Corbet utilizou dados das versões 2.6.28 a 2.6.32 do kernel: 2,8 milhões de linhas de código que compuseram 55 mil mudanças importantes no software. Ele concluiu que 18% do código são enviados por voluntários tradicionais sem envolvimento com qualquer empresa, enquanto que 7% não foram classificados.

Entre as empresas que mais contribuem, Red Hat, Intel, IBM, Novell e Oracle se destacaram, nesta ordem.

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