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	<title>Anderson&#187; Linux</title>
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	<description>Blog de Notícias e informações técnicas de TI, VoIP e Asterisk</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Jan 2012 22:02:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Criar password de root no Ubuntu</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 21:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Como todo o Ubuntu. Após instalar o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, a password digitada no momento da instalação é do utilizador que irá usar o sistema e não do root. Esse utilizador por sua vez irá possuir os seguintes privilégios: adm, dialout, cdrom, floppy, audio, dip, video, plugdev, lp. Como vocês podem ver, esse utilizador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/ubuntu.jpg"><img class="alignright" style="border: 8px solid write;" title="ubuntu" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/ubuntu-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Como todo o Ubuntu. Após instalar o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, a password digitada no momento da instalação é do utilizador que irá usar o sistema e não do root. Esse utilizador por sua vez irá possuir os seguintes privilégios: adm, dialout, cdrom, floppy, audio, dip, video, plugdev, lp.</p>
<p style="text-align: left;">Como vocês podem ver, esse utilizador lhe dará plenos poderes de usar todos os recursos de utilizadores avançado de seu Ubuntu, porém esse privilégio não te torna um (root).<br />
<span id="more-1466"></span><br />
Então como criar o utilizador ROOT?</p>
<p style="text-align: left;">Basta abrir o console e digitar o seguinte comando:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>$ sudo passwd root</strong><br />
password:  (digite a password criada na instalação)<br />
New Password Unix: (digite a password que será do root)<br />
Repeat Password Unix: (repita a password que será do root)</p>
<p style="text-align: left;">Você acaba de criar password para o root. Agora para aceder o root digite:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>$ su</strong><br />
password: (digite a password do root)</p>
<p style="text-align: left;">Agora você está como root.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fcriar-password-de-root-no-ubuntu.html&amp;title=Criar%20password%20de%20root%20no%20Ubuntu" id="wpa2a_2"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Programador &#8211; A verdade ou mentira?</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/programador-a-verdade-ou-mentira.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/programador-a-verdade-ou-mentira.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 09:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[A imagem dos programadores geralmente é generalizada e incorrecta. Por isso, resolvi escrever este artigo para desmistificar a imagem desse profissional tão valorizado. Baseado em algumas questões de senso comum, vou dizer se é verdade ou mentira e o porquê. Programadores só querem saber de computador. MENTIRA. Também existem gadgets, videogames, … Programadores não gostam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/image4.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1433" title="image4" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/image4-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>A imagem dos programadores geralmente é generalizada e incorrecta. Por isso, resolvi escrever este artigo para desmistificar a imagem desse profissional tão valorizado. Baseado em algumas questões de senso comum, vou dizer se é verdade ou mentira e o porquê.</p>
<p><span id="more-1432"></span></p>
<p>Programadores só querem saber de computador.</p>
<p>MENTIRA. Também existem gadgets, videogames, …</p>
<p>Programadores não gostam de mulher (generalizei o género).</p>
<p>MENTIRA. Gostam, só não consideram essencial em 100% do tempo (como é essencial ter algum dispositivo ligado à Internet).</p>
<p>Programadores sabem tudo de computador.</p>
<p>VERDADE. Mas não querem se exibir, por isso nem peçam para consertar seu computador/impressora/algo-parecido para não atrapalhar seu exercício de humildade.</p>
<p>Todos os programadores são viciados em café.</p>
<p>MENTIRA. Existem programadores que vivem sem tomar café. Viciados em café mesmo, só os bons programadores.</p>
<p>Programadores são pessoas sem vida social.</p>
<p>MENTIRA. Programadores têm muita vida social (estão cadastrados em quase todas as redes sociais). Além disso, quais os critérios para considerar alguém como pessoa</p>
<p>Programador não dorme.</p>
<p>MENTIRA. Programador dorme. Mas só na hora em que não pode.</p>
<p>Tem que saber programar em Linux para saber programar.</p>
<p>MENTIRA. A lógica na afirmação está obviamente invertida: Tem que saber programar para saber programar em Linux.</p>
<p>Programadores são mais inteligentes do que os demais seres.</p>
<p>VERDADE. Essa não vou explicar porque: 1. Se você é programador já sabe disso. 2. Se não é, não vai entender a explicação.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fprogramador-a-verdade-ou-mentira.html&amp;title=Programador%20%26%238211%3B%20A%20verdade%20ou%20mentira%3F" id="wpa2a_4"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Configuração Básica ferramenta Squid ( Software Livre )</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/configuracao-basica-ferramenta-squid-software-livre.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/configuracao-basica-ferramenta-squid-software-livre.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 09:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Squid]]></category>

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		<description><![CDATA[Implementei um servidor proxy com o squid no meu computador. Com o objectivo obter um melhor desempenho em algumas páginas e apreender a criar um filtro de conteúdo, para por exemplo, impedir o download de arquivos tipo .src. Essa configuração foi feita apenas para um computador, ou seja, apenas o computador onde o squid está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2011/07/squid.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1378" title="squid" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2011/07/squid-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Implementei um servidor proxy com o squid no meu computador. Com o objectivo obter um melhor desempenho em algumas páginas e apreender a  criar um filtro de conteúdo, para por exemplo, impedir o download de  arquivos tipo .src.<br />
Essa configuração foi feita apenas para um  computador, ou seja, apenas o computador onde o squid está configurado  precisa ter acesso ao proxy.</p>
<p><span id="more-1377"></span></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Segue abaixo o ficheiro configurado.</p>
<p># Ficheiro de configuração do Squid /etc/squid/squid.conf<br />
# 22 de maio de 2011<br />
# A.S. Gouveia<br />
# &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
# Define a porta do squid<br />
<strong>http_port</strong> <strong>3128</strong></p>
<p># Hostname da máquina.<br />
# RECOMENDAÇÃO DO SQUID:<br />
# Não especificar se não obtiver mensagens de erro<br />
# visible_hostname $HOSTNAME</p>
<p># Opções recomendadas pelos Squid<br />
<strong>hierarchy_stoplist</strong> cgi-bin ?<br />
<strong>acl</strong> QUERY <em>urlpath_regex</em> cgi-bin \?<br />
<strong>no_cache</strong> QUERY</p>
<p># Especifica o tamanho da memória RAM reservada ao squid<br />
<strong>cache_mem</strong> <strong>32</strong> MB<br />
# Especifica o tamanho máximo do objecto residente na<br />
# memória RAM reservada ao squid<br />
<strong>maximum_object_size_in_memory</strong> <strong>64</strong> KB<br />
# Especifica o tamanho máximo do objecto residente no HD<br />
<strong>maximum_object_size</strong> <strong>10</strong> MB<br />
# Especifica o tamanho mínimo do objecto residente no HD<br />
<strong>minimum_object_size</strong> <strong>0</strong> MB<br />
# A percentagem na qual começa a o esvaziar do cache<br />
<strong>cache_swap_low</strong> <strong>90</strong><br />
# A limite do consumo do cache<br />
<strong>cache_swap_high</strong> <strong>95</strong><br />
# Especificações do cache em disco<br />
# cache_dir tipo diretorio tamanho__MB num_de_dir num_de_subdir<br />
<strong>cache_dir</strong> ufs /var/spool/squid <strong>128 16 256</strong><br />
# Especifica o log do sistema<br />
# É conveniente não modificar o path<br />
<strong>cache_access_log</strong> /var/log/squid/access.log</p>
<p># Padrão de actualização do cache<br />
# Define que o ficheiro será verificado sempre que tiver<br />
# mais de 5 minutos de criado; e será modificado se tiver<br />
# mais de 2 dias (2280) no HD.<br />
# As três linhas precisam ser escritas em conjunto.<br />
<strong>refresh_pattern</strong> ^ftp: 5 20% 2280<br />
<strong>refresh_pattern</strong> ^gopher: 5 0% 2280<br />
<strong>refresh_pattern</strong> . 5 20% 2280</p>
<p># &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
# Regras ACL<br />
# &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p># Libera o squid para ser utilizado por todos os ips<br />
<strong>acl</strong> all src <strong>0.0.0.0/0.0.0.0</strong><br />
<strong>acl</strong> manager proto cache_object</p>
<p># Regra localhost<br />
# especifica que o localhost tem acesso ao proxy<br />
<strong>acl</strong> localhost src <strong>127.0.0.1/255.255.255.255</strong></p>
<p># Regra para a rede<br />
# especifica quais ips da rede possuíram acesso ao proxy<br />
# acl redelocal src 172.0.0.0/255.255.0.0</p>
<p># Especificação das portas seguras<br />
<strong>acl</strong> SSL_ports port <strong>443 563</strong> # https, snews<br />
<strong>acl</strong> SSL_ports port <strong>873</strong> # rsync<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>80</strong> # http<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>21</strong> # ftp<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>443 563</strong> # https, snews<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>70</strong> # gopher<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>210</strong> # wais<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>1025-65535</strong> # unregistered ports<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>280</strong> # http-mgmt<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>488</strong> # gss-http<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>591</strong> # filemaker<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>777</strong> # multiling http<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>631</strong> # cups<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>873</strong> # rsync<br />
<strong>acl</strong> Safe_ports port <strong>901</strong> # SWAT<br />
<strong>acl</strong> purge method PURGE<br />
<strong>acl</strong> CONNECT method CONNECT</p>
<p># Configuração de permissão de acesso<br />
# Especificando o acesso a urls com certas palavras no domínio<br />
<strong>acl</strong> palavraschave dstdom_regex -i /etc/squid/palavras.squid&#8221;<br />
# Especificando o acesso a certos domínios<br />
<strong>acl</strong> domínios dstdomain -i &#8220;/etc/squid/dominios.squid&#8221;<br />
# Especificando o acesso a certos tipos de ficheiro<br />
<strong>acl</strong> arquivos url_regex -i &#8220;/etc/squid/arquivos.squid&#8221;</p>
<p># &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
# Regras http_access<br />
# &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p># Configuração da permissão de acesso<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> domínios<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> palavraschave<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> arquivos / ou ficheiros</p>
<p># regras básicas para o gestão do proxy<br />
<strong>http_access</strong> <strong>allow</strong> manager localhost<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> manager<br />
<strong>http_access</strong> <strong>allow</strong> purge localhost<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> purge<br />
# Proibe o acesso fora das portas listadas<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> !Safe_ports<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> CONNECT !SSL_ports</p>
<p># Permite o acesso do localhost ao proxy<br />
<strong>http_access</strong> <strong>allow</strong> localhost<br />
# http_access <strong>allow</strong> redelocal</p>
<p># Nega o acesso a qualquer ip que não tenha<br />
# sido listado como permitido pelas regras<br />
# anteriores<br />
<strong>http_access</strong> <strong>deny</strong> all</p>
<p># Proxy transparente<br />
<strong>httpd_accel_host</strong> virtual<br />
<strong>httpd_accel_port</strong> <strong>80</strong><br />
<strong>httpd_accel_with_proxy</strong> on<br />
<strong>httpd_accel_uses_host_header</strong> on</p>
<p>Notem  que algumas configurações precisam ser modificadas conforme o objectivo  da máquina, como o fato da rede local ter ou não acesso ao proxy. Outro  tipo de modificação são os caminhos dados aos ficheiros que contém as  palavras, domínios e extensões proibidas.<br />
É evidente que cada  utilizador/rede terá objectivos distintos. O meu era desempenho de conexão,  não tenho uma rede, e portanto, não preciso me dedicar a cuidar da hora  de acesso de cada usuário nem restringir o volume que cada máquina pode  &#8220;sugar&#8221; da banda de rede, por exemplo.</p>
<p><strong>[update]</strong><br />
Na versão 2.6 do squid (que acompanha o Ubuntu Edgy) possuí linhas diferentes da apresentada aqui para definir um <em>proxy transparente</em>.</p>
<p>Basicamente consiste em remover as 4 últimas linhas do ficheiro acima e no lugar escrever:</p>
<p><strong>http_port</strong> <strong>3128</strong> transparent vhost<br />
<strong>[/update]</strong></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fconfiguracao-basica-ferramenta-squid-software-livre.html&amp;title=Configura%C3%A7%C3%A3o%20B%C3%A1sica%20ferramenta%20Squid%20%28%20Software%20Livre%20%29" id="wpa2a_6"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Transforme IP dinâmico em IP estático (dyndns)</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/transforme-ip-dinamico-em-ip-estatico-dyndns.html</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 18:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes deparei-me com a necessidade de conectar em clientes com servidor para partilhar a Internet (adsl), e não tenho a disponibilidade do utilizador para abrir sites como http://www.meuenderecoip.com/ para saber em qual endereço IP está conectado. Daí surgiu a necessidade de utilizar um domínio dinâmico, ao invés de conectar no IP tipo 212.XXX.XXX.XXX você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2011/07/dns.png"><img class="alignright size-full wp-image-1370" title="dns" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2011/07/dns.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Muitas vezes deparei-me com a necessidade de conectar em clientes com servidor para partilhar a Internet (adsl), e não tenho a disponibilidade do utilizador para abrir sites como <a href="http://www.meuenderecoip.com/">http://www.meuenderecoip.com/</a> para saber em qual endereço IP está conectado.</p>
<p><span id="more-1369"></span></p>
<p style="text-align: left;">Daí surgiu a necessidade de utilizar um domínio dinâmico, ao invés de conectar no IP tipo 212.XXX.XXX.XXX você conecta em um nome tipo “qualquercoisa.dyndns.org” fica muito mais fácil a administração remota.</p>
<p style="text-align: left;"><em><br />
</em><strong>DNS em IP dinâmico</strong></p>
<p style="text-align: left;">Para poder-mos criar domínios virtuais no dyndns precisamos criar uma conta no link <a href="https://www.dyndns.com/account/create.html">https://www.dyndns.com/account/create.html</a></p>
<p style="text-align: left;">Após o registo podemos fazer o login no site e entrar na seção services -&gt; dyndnsfree -&gt; create free hostname, em  Create Free Hostname você tem que preencher os campos HOSTNAME, que vai ser o nome da sua maquina na internet, e escolher um dos vários dominós não preocupe com o IP ainda, o ddclient ( programa que colocamos no servidor) se encarregará de atualizar o IP.</p>
<p style="text-align: left;">O ddclient é muito fácil a instalação o download pode ser feito no link <a href="http://www.dyndns.com/support/clients/unix.html">http://www.dyndns.com/support/clients/unix.html</a> descompacte-o e crie o diretório no /etc/ddclient copie o ficheiro ddclient para o diretório /usr/sbin copie e modifique o ficheiro ddclient.conf no diretorio /etc/ddclient</p>
<p style="text-align: left;">tar -xzvf ddclient.tar.gz<br />
cd ddclient-x.x.x<br />
cp ddclient /usr/sbin<br />
mkdir /etc/ddclient</p>
<p style="text-align: left;">crie as linhas a seguir no /etc/ddclient/ddclient.conf</p>
<p style="text-align: left;">#Gravar os log no syslog (/var/log/messages)<br />
syslog=yes # log update msgs to syslog<br />
pid=/var/run/ddclient.pid # record PID in file.<br />
#use=ip, ip=127.0.0.1 # Para IP estático<br />
#use=if, if=eth0 # via interfaces de rede<br />
use=web # via web<br />
protocol=dyndns2 # default protocol#Servidor onde o ddclient irá pegar o seu ip<br />
server=members.dyndns.org # default server<br />
login=seu_login # default login<br />
password=sua_password # default password<br />
#mx=mx.for.your.host # default MX<br />
#backupmx=yes|no # host is primary MX?<br />
#wildcard=yes|no # add wildcard CNAME?</p>
<p style="text-align: left;">#Aqui vem o nome do servidor que você criou mais o domínio que você escolheu.<br />
seuservidor.dydns.org</p>
<p style="text-align: left;">crie o diretório /var/cache/ddclient/</p>
<p style="text-align: left;">agora basta acrescentar o ddclient no crontab para que o mesmo se encarregue de atualizar os dados.</p>
<p style="text-align: left;">crontab -e<br />
*/5 * * * * /usr/local/bin/ddclient &gt;/dev/null 2&gt;/dev/null</p>
<p style="text-align: left;">Agora basta utilizar seu nome criado para acede-lo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Ftransforme-ip-dinamico-em-ip-estatico-dyndns.html&amp;title=Transforme%20IP%20din%C3%A2mico%20em%20IP%20est%C3%A1tico%20%28dyndns%29" id="wpa2a_8"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criar Password Root no Ubuntu</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/criar-password-root-ubuntu.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/criar-password-root-ubuntu.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 15:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anderson.com.pt/?p=1100</guid>
		<description><![CDATA[Isso é muito simples, basta abrir o console e digitar o seguinte comando: $ sudo passwd root password: (digite a password criada na instalação) New Password Unix: (digite a password que será do root) Repeat Password Unix: (repita a password que será do root) Acabou de criar a password para o root. Agora para aceder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/03/20091021152506.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-828" style="float: left;" title="20091021152506" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/03/20091021152506-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Isso é muito simples, basta abrir o console e digitar o seguinte comando:</p>
<p><span id="more-1100"></span></p>
<p><strong>$ sudo passwd root</strong><br />
password:  (digite a password criada na instalação)<br />
New Password Unix: (digite a password que será do root)<br />
Repeat Password Unix: (repita a password que será do root)</p>
<p>Acabou de criar a password para o root. Agora para aceder o root digite:</p>
<p><strong>$ su</strong><br />
password: (digite a password do root)</p>
<p>Outra alternativa seria:</p>
<p>$sudo bash</p>
<p>Para ser menos chato utilizar o sudo, sem utilizador root, muita gente simplesmente usa o comando</p>
<p>$sudo bash</p>
<p>Com ele, você obterá permissão de root para o terminal, e tudo o que o fizer, quem estará a fazer será o root, com isso, fica bem menos chato utilizar o linux sem ter criado conta de superutilizador.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fcriar-password-root-ubuntu.html&amp;title=Criar%20Password%20Root%20no%20Ubuntu" id="wpa2a_10"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Linux lança cartão de crédito</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/linux-lanca-cartao-de-credito.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/linux-lanca-cartao-de-credito.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 21:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[O cartão de crédito da Fundação Linux já está disponível para consumidores americanos que quiserem apoiar a iniciativa e os produtos da organização. Funcionando sob a bandeira Visa, o cartão surgiu da parceria entre o banco UMB e a CardPartner, uma empresa que permite que ONGs criem seus cartões de crédito para arrecadar fundos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/11/201011011542031.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1059" title="20101101154203" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/11/201011011542031.jpg" alt="" width="460" height="250" /></a>O cartão de crédito da Fundação Linux  já está disponível para consumidores americanos que quiserem apoiar a  iniciativa e os produtos da organização. Funcionando sob a bandeira  Visa, o cartão surgiu da parceria entre  o banco UMB e a CardPartner,  uma empresa que permite que ONGs criem seus cartões de crédito para  arrecadar fundos.</p>
<p><span id="more-1057"></span></p>
<p>O cartão possui dois modelos diferentes, ambos  com o Tux, o pinguim símbolo da Linux, na frente. O cartão não possui  taxa anual e o utilizador ganha pontos conforme o uso que poderão ser  usados em passagens aéreas e loja parceiras.</p>
<p>Cada activação de um  cartão dará US$50 para a fundação Linux, que também receberá uma pequena  porcentagem das transacções feitas com ele.</p>
<p>Infelizmente, o  cartão provavelmente não estará disponível fora dos Estados Unidos,  segundo a Linux, pela dificuldade de encontrar parceiros em outros  países.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Flinux-lanca-cartao-de-credito.html&amp;title=Linux%20lan%C3%A7a%20cart%C3%A3o%20de%20cr%C3%A9dito" id="wpa2a_12"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Complexo a utilização do Linux: Verdade ou Mito ?</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/complexo-utilizacao-linux-verdade-ou-mito.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/complexo-utilizacao-linux-verdade-ou-mito.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 12:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Não causa surpresa que, na comparação com outros sistemas operativo, o Linux seja visto como difícil de utilizar – uma concepção que é rotineiramente explorada pela concorrência, interessada em espantar potenciais novos utilizadores do sistema. Quer um exemplo? Numa página publicada recentemente no site inglês da Dell – e que foi retirada em seguida -, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link {  } --><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/10/linuxxwindows.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1051" title="linuxxwindows" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/10/linuxxwindows-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></span></span></span></p>
<p><span id="more-1050"></span></p>
<p>Não causa surpresa que, na comparação com outros sistemas operativo, o Linux seja visto como difícil de utilizar – uma concepção que é rotineiramente explorada pela concorrência, interessada em espantar potenciais novos utilizadores do sistema.</p>
<p>Quer um exemplo? Numa página publicada recentemente no site inglês da Dell – e que foi retirada em seguida -, a fabricante de PCs sugeriu que o sistema Ubuntu Linux é indicado principalmente para utilizadores “interessados em programação de código aberto”, que não se importam em “aprender a usar novos programas para e-mail, processamento de texto etc”.</p>
<p>Para o restante – ou seja, quase todo mundo -, a Dell recomenda Windows. Que mais ela poderia fazer para desencorajar a maioria, com excepção dos mais determinados?</p>
<p>Por outro lado, tornou-se claro nas últimas semanas que a Dell está sofrendo de algum tipo de conflito interno quando se trata de Windows. Esta página, afinal, ainda está no site.</p>
<p>Independentemente disso, está na hora de acabar de uma vez por todas com essa noção de que Linux é muito difícil.</p>
<p>1::“Não é Windows”</p>
<p>Quando norte-americanos e portugueses aprendem a conduzir um carro, trafegam pela mão direita da rua. Já quem vive no Reino Unido e no Japão aprende a trafegar pela esquerda. Nenhuma opção é “mais difícil” por si – elas são apenas diferentes. Mas, uma vez que tenha se acostumado a uma das formas, pode ser estranho aderir à outra, pelo menos no começo.</p>
<p>Assim é com os sistemas operacionais de PC. O desktop Linux é simples, elegante e lógico, mas funciona de forma diferente com Mac e Windows.</p>
<p>No Linux, a interface gráfica é opcional, por exemplo. O ambiente do desktop pode ser completamente personalizado, e os gestores de pacotes permitem que você instale software em apenas alguns cliques – não é preciso navegar na web nem caçar números de série.</p>
<p>E, claro, há o fato de que muitos dos programas para Linux são gratuitos, e que você não precisa nem mesmo de um software antivírus.</p>
<p>Para aqueles cuja formação em computadores ocorreu com Macs ou Windows, o Linux pode parecer um tanto estranho no começo. Afinal, a maior parte das pessoas ainda usa uma dessas duas plataformas, como mostra dados recentes da Net Applications. Mas, uma vez que você comece a ver os benefícios do Linux, essa sensação passará logo.</p>
<p>2::“Uma enorme curva de aprendizado”</p>
<p>O Linux permite que você faça tudo que quiser em seu computador, sem exigir recursos enormes, software caro, ou vigilância perpétua contra malware. Em vez de colocar em seu caminho uma interface que restringe o que você pode e como você pode fazer, o Linux simplesmente sai da sua frente.</p>
<p>Boa parte do software para Linux também parecerá extremamente familiar para a maioria dos utilizadores, especialmente aqueles de produtividade básica de escritório. A suíte OpenOffice (BrOffice, no Brasil), por exemplo, funciona tal como no Windows, e é muito parecida com o Microsoft Office. O melhor é que é compatível com o Office, podendo inclusive abrir os seus ficheiros.</p>
<p>Para navegar na web, o Firefox exige adaptação praticamente zero se você já o usava antes.</p>
<p>Com Linux e os aplicativos que vêm com ele, você pode fazer praticamente tudo que faria num Windows ou no Mac OS – com certeza de forma mais económica, e algumas vezes até mais facilmente.</p>
<p>3::“Comandos complicados”</p>
<p>“Mas você não tem de conhecer todos os tipos de comandos complicados para usar o Linux?” &#8211; eis uma preocupação que ouço algumas vezes.</p>
<p>A resposta: definitivamente, não. Para uso típico diário, não há nada absolutamente espinhoso ou técnico que você precise aprender.</p>
<p>À medida que se torne mais familiar com a distribuição Linux que escolher, você poderá querer começar a aprender como usar o Shell Unix/Linux, mas de forma alguma isso será necessário, especialmente para propósitos comuns de produtividade de escritório.</p>
<p>Configurar um servidor Linux, claro, é outra coisa – tanto quanto um servidor Windows. Mas, para uso típico no desktop, se você já aprendeu um sistema operativo, o Linux não deverá ser difícil.</p>
<p>4::“Questões de compatibilidade”</p>
<p>Finalmente, a compatibilidade de hardware e software é outra questão frequentemente lembrada e que faz com que utilizadores potenciais temam que o Linux seja muito difícil para torná-los produtivos.</p>
<p>É verdade que há algumas instâncias remanescentes de pacotes de software e equipamentos de hardware que o Linux não pode suportar porque os desenvolvedores dessas ferramentas escolheram manter os codecs, softwares ou drivers necessários fechados e proprietários.</p>
<p>Isso, no entanto, está se tornando cada vez menos comum – e geralmente há uma alternativa que funcionará muito bem. Há também pacotes como Wine e Crossover Linux para rodar software específico do Windows.</p>
<p>Incontáveis desenvolvedores voluntários estão lá fora nesse instante, trabalhando duro para tornar o Linux ainda mais fácil no futuro.</p>
<p>A realidade: um ROI campeão</p>
<p>Resumo da ópera? O Linux não é difícil – é apenas algo com o qual você não está acostumado, caso seja utilizador de Mac ou Windows.</p>
<p>Mudanças podem ser difíceis, especialmente quando você investiu tempo aprendendo um jeito de fazer as coisas – e qualquer utilizador Windows, quer ele perceba ou não, investiu muito do seu tempo neste sistema. Mas todo esse tempo será retribuído se você dedicar algum tempo para se acostumar ao Linux.</p>
<p>Para pequenas empresas, a economia de custos que resulta de usar Linux e outros softwares livres pode ser particularmente atraente. A ausência de taxas de licença de software pode resultar numa economia considerável de dinheiro, bem como na redução dos investimentos em hardware, já que PCs não precisarão ser actualizados com frequência.</p>
<p>Igualmente considerável é o efeito da confiabilidade do Linux, que minimiza tanto a manutenção quanto as interrupções imprevistas. Tudo somado, o Linux geralmente economiza de 400 a 500 dólares por desktop.</p>
<p>Meu conselho? Tente sair da caixa do Windows ou do Mac e mantenha a mente aberta – não espere que o Linux seja o Windows. Lembre-se também que você está investindo em software grátis por toda a vida com a flexibilidade de fazer o que quiser e como quiser, livre das ordens de qualquer grande empresa de software. Com que frequência você consegue um retorno de investimento assim?</p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">ma.</span></span></span></span></p>
<p>Quer um <span style="font-size: small;">exemplo? Numa página public</span>ada recentemente no site inglês da Dell – e que foi retirada em seguida -, a fabricante de PCs sugeriu que o sistema Ubuntu Linux é indicado principalmente para utilizadores “interessados em programação de código aberto”, que não se importam em “aprender a usar novos programas para e-mail, processamento de texto etc”.</p>
<p>Para o restante – ou seja, quase todo mundo -, a Dell recomenda Windows. Que mais ela poderia fazer para desencorajar a maioria, com excepção dos mais determinados?</p>
<p>Por outro lado, tornou-se claro nas últimas semanas que a Dell está sofrendo de algum tipo de conflito interno quando se trata de Windows.<span style="font-size: small;"> <a href="http://www1.euro.dell.com/content/topics/topic.aspx/emea/segments/gen/client/en/ubuntu_landing?c=uk&amp;l=en"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;">Esta página</span></span></a><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;">, afinal, ainda está no site.</span></span></span></p>
<p>Independentemente disso, está na hora de acabar de uma vez por todas com essa noção de que Linux é muito difícil.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;"><strong>1::“Não é Windows”</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: small;">Quando norte-americanos e portugueses aprendem a conduzir um carro, trafegam pela mão direita da rua. Já quem vive no Reino Unido e no Japão aprende a trafegar pela esquerda. Nenhuma opção é “mais difícil” por si – elas são apenas diferentes. Mas, uma vez que tenha se acostumado a uma das formas, pode ser estranho aderir à outra, pelo menos no começo.</span></span></span></span></p>
<p>Assim é com os sistemas operacionais de PC. O desktop Linux é simples, elegante e lógico, mas funciona de forma diferente com Mac e Windows.</p>
<p>No Linux, a interface gráfica é opcional, por exemplo. O ambiente do desktop pode ser completamente personalizado, e os gestores de pacotes permitem que você instale software em apenas alguns cliques – não é preciso navegar na web nem caçar números de série.</p>
<p>E, claro, há o fato de que muitos dos programas para Linux são gratuitos, e que você não precisa nem mesmo de um software antivírus.</p>
<p>Para aqueles cuja formação em computadores ocorreu com Macs ou Windows, o Linux pode parecer um tanto estranho no começo. Afinal, a maior parte das pessoas ainda usa uma dessas duas plataformas, como mostra dados recentes da Net Applications. Mas, uma vez que você comece a ver os benefícios do Linux, essa sensação passará logo.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;"><strong>2::“Uma enorme curva de aprendizado”</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: small;">O Linux permite que você faça tudo que quiser em seu computador, sem exigir recursos enormes, software caro, ou vigilância perpétua contra malware. Em vez de colocar em seu caminho uma interface que restringe o que você pode e como você pode fazer, o Linux simplesmente sai da sua frente.</span></span></span></span></p>
<p>Boa parte do software para Linux também parecerá extremamente familiar para a maioria dos utilizadores, especialmente aqueles de produtividade básica de escritório. A suíte OpenOffice (BrOffice, no Brasil), por exemplo, funciona tal como no Windows, e é muito parecida com o Microsoft Office. O melhor é que é compatível com o Office, podendo inclusive abrir os seus ficheiros.</p>
<p>Para navegar na web, o Firefox exige adaptação praticamente zero se você já o usava antes.</p>
<p>Com Linux e os aplicativos que vêm com ele, você pode fazer praticamente tudo que faria num Windows ou no Mac OS – com certeza de forma mais económica, e algumas vezes até mais facilmente.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;"><strong>3::“Comandos complicados”</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: small;">“Mas você não tem de conhecer todos os tipos de comandos complicados para usar o Linux?” &#8211; eis uma preocupação que ouço algumas vezes.</span></span></span></span></p>
<p>A resposta: definitivamente, não. Para uso típico diário, não há nada absolutamente espinhoso ou técnico que você precise aprender.</p>
<p>À medida que se torne mais familiar com a distribuição Linux que escolher, você poderá querer começar a aprender como usar o Shell Unix/Linux, mas de forma alguma isso será necessário, especialmente para propósitos comuns de produtividade de escritório.</p>
<p>Configurar um servidor Linux, claro, é outra coisa – tanto quanto um servidor Windows. Mas, para uso típico no desktop, se você já aprendeu um sistema operativo, o Linux não deverá ser difícil.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;"><strong>4::“Questões de compatibilidade”</strong></span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><br />
Finalmente, a compatibilidade de hardware e software é outra questão frequentemente lembrada e que faz com que utilizadores potenciais temam que o Linux seja muito difícil para torná-los produtivos.</span></span></span></p>
<p>É verdade que há algumas instâncias remanescentes de pacotes de software e equipamentos de hardware que o Linux não pode suportar porque os desenvolvedores dessas ferramentas escolheram manter os codecs, softwares ou drivers necessários fechados e proprietários.</p>
<p>Isso, no entanto, está se tornando cada vez menos comum – e geralmente há uma alternativa que funcionará muito bem. Há também pacotes como Wine e Crossover Linux para rodar software específico do Windows.<br />
Incontáveis desenvolvedores voluntários estão lá fora nesse instante, trabalhando duro para tornar o Linux ainda mais fácil no futuro.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times;"><strong>A realidade: um ROI campeão</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times;"><span style="font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: small;">Resumo da ópera? O Linux não é difícil – é apenas algo com o qual você não está acostumado, caso seja utilizador de Mac ou Windows.</span></span></span></span></p>
<p>Mudanças podem ser difíceis, especialmente quando você investiu tempo aprendendo um jeito de fazer as coisas – e qualquer utilizador Windows, quer ele perceba ou não, investiu muito do seu tempo neste sistema. Mas todo esse tempo será retribuído se você dedicar algum tempo para se acostumar ao Linux.</p>
<p>Para pequenas empresas, a economia de custos que resulta de usar Linux e outros softwares livres pode ser particularmente atraente. A ausência de taxas de licença de software pode resultar numa economia considerável de dinheiro, bem como na redução dos investimentos em hardware, já que PCs não precisarão ser actualizados com frequência.</p>
<p>Igualmente considerável é o efeito da confiabilidade do Linux, que minimiza tanto a manutenção quanto as interrupções imprevistas. Tudo somado, o Linux geralmente economiza de 400 a 500 dólares por desktop.<br />
Meu conselho? Tente sair da caixa do Windows ou do Mac e mantenha a mente aberta – não espere que o Linux seja o Windows. Lembre-se também que você está investindo em software grátis por toda a vida com a flexibilidade de fazer o que quiser e como quiser, livre das ordens de qualquer grande empresa de software. Com que frequência você consegue um retorno de investimento assim?</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fcomplexo-utilizacao-linux-verdade-ou-mito.html&amp;title=Complexo%20a%20utiliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20Linux%3A%20Verdade%20ou%20Mito%20%3F" id="wpa2a_14"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo: 25 visuais para o Ubuntu</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/video-25-visuais-para-ubuntu.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/video-25-visuais-para-ubuntu.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[“Um dos redatores do Ubuntued (não eu) escreveu um artigo que junta 25 dos melhores visuais para o Ubuntu, mais concretamente para o ambiente gráfico Gnome. Estes visuais são constituídos normalmente por temas GTK, ícones, fontes, conkys, wallpapers e depois, conforme cada um, traz também skins para o rainlendar, awn, covergloobus, e muito muito mais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Um dos redatores do Ubuntued (não eu) escreveu um artigo que junta 25  dos melhores visuais para o Ubuntu, mais concretamente para o ambiente  gráfico Gnome.</p>
<p><span id="more-996"></span></p>
<p>Estes visuais são constituídos normalmente por temas GTK, ícones,  fontes, conkys, wallpapers e depois, conforme cada um, traz também skins  para o rainlendar, awn, covergloobus, e muito muito mais.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/C_La9w1Gx_w?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/C_La9w1Gx_w?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Creio que vale a qualquer utilizador ter conhecimento desta compilação!  Para conhecer todos os visuais de relance, foi criado um vídeo no  youtube que os mostra.” [<a href="http://ubuntued.info/25-melhores-visuais-para-o-ubuntu">referência: ubuntued.info</a>]</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.anderson.com.pt%2Fvideo-25-visuais-para-ubuntu.html&amp;title=V%C3%ADdeo%3A%2025%20visuais%20para%20o%20Ubuntu" id="wpa2a_16"><img src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux &#8211; Editores de vídeo</title>
		<link>http://www.anderson.com.pt/linux-editores-de-video.html</link>
		<comments>http://www.anderson.com.pt/linux-editores-de-video.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anderson.com.pt/?p=968</guid>
		<description><![CDATA[Muitas pessoas antes de migrar para o Linux, perguntam se este tem editores de áudio, imagem e vídeo. A resposta é “Sim!”. Neste post vou listar os Editores de vídeo mais populares para Linux. KDEnlive: É o editor que eu mais gosto, tem uma interface simples, mas não deixa a desejar. Possui efeitos de áudio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas antes de migrar para o Linux, perguntam se este tem editores de áudio, imagem e vídeo.</p>
<p><span id="more-968"></span></p>
<p>A resposta é “Sim!”. Neste post vou listar os <strong>Editores de vídeo mais populares para Linux.</strong></p>
<p><strong>KDEnlive</strong>: É o editor que eu mais gosto, tem uma  interface simples, mas não deixa a desejar. Possui efeitos de áudio,  vídeo e também possui transições de tela.</p>
<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/kdenlive.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-969" title="kdenlive" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/kdenlive.png" alt="" width="300" height="177" /></a></p>
<p>Download em <a href="http://www.kdenlive.org/" target="_blank">http://www.kdenlive.org/</a>. Veja<a href="http://www.kdenlive.org/tutorial" target="_blank"> aqui </a>alguns tutoriais.</p>
<p><strong>Cinelerra:</strong> É mais Robusto e tem uma aparência não  muito agradável, além de ser um pouco mais complicado. Entretanto possui  efeitos de áudio e vídeo. Com um pouco de prática você pega “as  manhas”.</p>
<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/cinelerra.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-971" title="cinelerra" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/cinelerra.png" alt="" width="300" height="171" /></a></p>
<p>Faça o <a href="http://cinelerra.org/getting_cinelerra.php" target="_blank">download<br />
</a></p>
<p><strong>Openshot:</strong> Eu particularmente não gosto muito dele.  Se for só para vídeo com fotos e transições é ótimo, é bem fácil de usar  e conta com alguns efeitos.</p>
<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/openshot-1024x604.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-972" title="openshot-1024x604" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/openshot-1024x604-300x176.png" alt="" width="300" height="176" /></a></p>
<p><a href="http://www.openshotvideo.com/2008/04/download.html" target="_blank">Faça o download</a> e mate a sua curiosidade.</p>
<p><strong>PiTiVi:</strong> É o editor mais simples. Muito bom para  quem precisa fazer cortes em vídeos e juntá-los. Se você vai começar um  vlog pode ser uma boa editar vídeos com ele.</p>
<p><a href="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/PiTiVi1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-974" title="PiTiVi" src="http://www.anderson.com.pt/wp-content/uploads/2010/08/PiTiVi1.png" alt="" width="300" height="177" /></a></p>
<p>Ele vem instalado no Ubuntu 10.04, mas se você tiver a utilizar outra distro<a href="http://www.pitivi.org/" target="_blank">, faça o download aqui.</a></p>
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